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Bora pedalar!

Certa vez um amigo disse: “se Deus fez a mulher, sua obra-prima, o homem fez a bicicleta. Empate técnico!”, segundo ele.

Revista Bicicleta por Professor Arnaldo
40.122 visualizações
13/01/2014
Bora pedalar!
Foto: Ditty_about_summer

Há que se concordar que o camarada forçou a barra, mas não dá para resistir a uma boa pedalada, desde a primeira tentativa. E daí pouco importa a idade, basta sentir o vento no rosto e aquela sensação de liberdade, única na vida do ser humano.

Então, estamos todos viciados pelo êxtase que o domínio da bicicleta confere ao nosso âmago, levando-nos a lugares cada vez mais distantes.

E tudo que começou com aquela tentativa sôfrega nos foi levando a querer novos horizontes. Primeiro nos contentamos com o passeio na praça, na vila, nos arredores. Num passe de mágica já estamos enturmados em um grupo, que para nossa alegria tem o mesmo gosto: pedalar.

Neste instante, já não importa o valor ou a qualidade dos equipamentos da bicicleta. O importante é locomover-se com sua mais nova amada, enfrentar novos rumos, novos desafios.

Aí vem aquela vontade de sair pelo mundo afora, com vento e algum documento e um destino: quanto mais longe, melhor.

Neste momento é que começam as dúvidas: sozinho, com a turma ou uma cicloaventura paga? Estrada asfaltada, rodovias, caminhos de peregrinação ou rumo à terra natal?

Cicloaventura ou Cicloloucura?

Roteiro definido: dias, semanas, anos de pedalada é o sonho a ser concretizado. Neste estágio é a nossa saudável loucura, que dentro da aventura, dá o tom: tanto faz se estamos sós, em grupo, em excursão, com novatos ou bikers experientes. 

Dentro dessa loucura, a bicicleta cobra seu preço: quanto pior seu estado, mais imprevistos, assim como acontece com nossa condição física e técnica, que determina nossas glórias e nossos fracassos.

A dose certa? Não tem! Ouvem-se histórias de sucessos e dramas sobre a bicicleta todos os dias e depende na verdade dos nossos medos e de nossa coragem em encarar os imprevistos, tentando tenuamente saber qual é o limite. Limite este, que não está no Código de Trânsito, nos livros dos grandes ciclistas solitários ou de grupos experientes, cercados de equipamentos de alta tecnologia. Esse limite cada um carrega dentro de si, na verdade.

Então, o que fazer? Fácil! Comece! Meta a cara, ou melhor, sebo nas canelas e siga ao seu destino estipulado. Aventura e loucura são elementos comuns daqueles que desejam viajar de bicicleta e ninguém nasce sabendo e aprende na velocidade desejada ou até mesmo no momento adequado.

O que importa é viajar, aventurar-se de bicicleta, superar os desafios de si próprio, tendo em mente que a próxima acontecerá em breve. Aí, neste caso, prudência e “calda de galinha” não faz mal a ninguém.

Bora pedalar!

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