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Contra o terrorismo, de todas as formas

Revista Bicicleta por Therbio Felipe M. Cezar
31.443 visualizações
12/01/2015
Contra o terrorismo, de todas as formas
Foto: Philippe Wojazer/Reuters

Após o episódio do ataque ao cartum francês Charlie Hebdo, neste dia 11, domingo, mais de 3,7 milhões de pessoas foram às ruas do país em forma de manifestação de repúdio contra o terror, naquilo que será lembrada como a maior marcha contra o terrorismo da história da França, segundo informações do Governo.

Mais do que uma homenagem às vítimas, mais do que uma demonstração de irrepreensível guerra ao horror, pode-se analisar que tais marchas pelo país, além de paz em todas as suas dimensões sociais, clama pelo fim do medo.

O que também se pode perceber claramente analisando as imagens, tanto da tv quanto da Internet, é que, mais que tudo, tal atentado chegou em um momento para reafirmar o nacionalismo francês. As fotos postadas com os dizeres “Eu sou Charlie”, “Viva a França”, surgem paralelamente com notas positivas do governo tentando explicar uma crise interna de desemprego e de falência das relações francesas com os países que foram suas colônias na África, e que há décadas despejam milhares de jovens, homens e mulheres nos setores de imigração, em busca do sonho europeu, para não dizer, uma chance de sobrevivência.

O país sede de um dos mais maravilhosos certames do esporte mundial, o Tour de France, está manchado pelo medo. E quais serão as medidas para minimizar as chances de que algo tão impactante possa acontecer durante a edição 102 do Tour? Vale lembrar que uma terça parte da competição ocorre em zonas mediterrâneas, bastante próximas dos eixos de imigração vinda da África.

O importante foi perceber nestes dias que sucederam ao ataque que as nações do mundo já não suportam viver sobre o domínio da intolerância. Centenas de países se revelam contrários a todo e qualquer ato de terrorismo, mas também de desrespeito contra os princípios de outras culturas.

É hora, também, do comitê que está organizando os Jogos Olímpicos 2016 tomar sérias medidas de segurança para blindar atletas e comunidade de todo e qualquer risco. Não podemos cometer o contrassenso de acreditar que nosso país está imune às organizações criminosas de fundo extremista.

Que antes de obras faraônicas, se invista na proteção do povo, dos visitantes e atletas.

É o que se espera. É o que se espera.

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