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Direitos Humanos, direitos de todos!

Revista Bicicleta por Therbio Felipe M. Cezar
32.614 visualizações
11/12/2014
Direitos Humanos, direitos de todos!
Foto: Banco de Imagens

O dia de ontem, 10 de dezembro, foi lembrado como o Dia Internacional dos Direitos Humanos, declarado pela ONU em 1948, diante das crueldades cometidas durante a Segunda Guerra.

Mas, precisamos ir além. Os tais Direitos Humanos, declarados na carta universal de mesmo nome, são os direitos que nascem com cada indivíduo, portanto, inalienáveis. Entre os trinta artigos, por exemplo, há aqueles que declaram sobre o direito de nascer livre e em igualdade de direitos, sobre o direito à liberdade de ir e vir, viver em democracia, ter acesso à educação gratuita, entre outros.

A Declaração do Direitos Humanos não tem poder vinculante, ou seja, ela não obriga os Estados-Nações ao cumprimento dos artigos que a compõem, como seria o caso de um tratado internacional. Porém, os países reconhecidos pela ONU se comprometeram em agir em prol da garantia de tais direitos e buscar minimizar seu enfrentamento.

Vale lembrar, sempre, que estar à rua também é um direito inerente à pessoa, e não garantir a sua aplicação e segurança ultraja todos os demais direitos afins.

Nós, ciclistas, ao mesmo tempo que temos o direito de escolher com que meio queremos nos deslocar, ao fazê-lo também escolhemos a forma de atuar em um sistema público, o sistema viário, da mesma maneira que assumimos a responsabilidade diante dos demais componentes deste sistema, principalmente, os pedestres.

O direito à escolha por uma cidade mais humana, por qualidade ambiental e acessibilidade, conjugados, são disputas de todos os ciclistas, mesmo aqueles que não usam o tecido urbano para fazer seus deslocamentos. Em cada direito aspirado está impresso um debate, uma luta, um desafio, porquanto sabemos que o tal espaço das ruas de todos ainda sofre com o imperialismo dos automóveis de alguns.

A data, ainda que sem grandes avanços para comemorar, visto que mazelas, fome, escravidão, segregação e violação dos direitos primazes sigam ocorrendo, é um convite à intensa vigília daqueles que almejam viver em comunidade e de maneira mais fraterna.

Nós, ciclistas, todos, temos um compromisso inerente a nossa causa!

 

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