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Do sedentarismo ao ciclismo

Pedalar foi a válvula de escape para Felipe Molina, ex sedentário hoje é um atleta.

Por Michele Villano
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Do sedentarismo ao ciclismo
Foto: Divulgação

Felipe Molina é um apaixonado por bike, morador da cidade de Aparecida, que fica mais ou menos 200 km de São Paulo, casado e feliz. Participa de várias competições como a prova Desafio Natureza. Uma prova que tem o estilo Mountain bike cross- country ou XCO, conhecida assim por ter um percurso de mais ou menos de 3 a 5 km de terra,onde exige que o atleta tenha um certo nível técnico com descidas e subidas.

Mas a vida de Felipe nem sempre foi assim de muitas aventuras em cima de uma bike.

Felipe chegou a pesar 110 quilos com obesidade de grau 3, na época seu percentual de gordura corporal chegou a 40%. Hipertenso desde os 20 anos de idade, Felipe viu que precisava tomar uma atitude em relação a sua saúde, foi aí que decidiu procurar ajuda.

Começou devagar, procurou a ajuda de um nutricionista, mas sempre pensando a longo prazo, pois chegou ao ponto de não conseguir pedalar 20km. Comprou um rolo de treino para ajudar a agilizar o condicionamento.

Percebeu que foi perdendo peso, e pedalando bem decidiu que iria tentar pedalar os 112 km do L’Etape em 2016. Mesmo sem conhecer o percurso e sem saber se conseguiria, fez sua inscrição em junho e procurou ajuda de uma assessoria esportiva.

A L’Etape é uma prova de ciclismo, que um certo grau elevado de dificuldade, exige muito do atleta, onde deve se preparar muito antes de encarar um desafio assim. Tanto que deve ser apresentado um atestado médico de aptidão para participar dessa competição, emitido por um cardiologista, onde constará se o atleta pode ou não participar da competição.

Felipe participou da competição, mas diz que foi ruim, em relação ao tempo. Ciclistas sempre querem bater seu próprio recorde de tempo, ele conclui a prova em 7h e 26 minutos, “ mas foi mágico encarar o corpo perto de um colapso, sua mente querendo desistir a todo instante e você ainda conseguir ir em frente e completa.” Completa Felipe.

Na mesma semana Felipe já estava treinando para o L’Etape de 2017, que aconteceu em 24 de setembro, onde conseguiu baixar seu tempo para 2h e 15 minutos, terminando em 5h e 11 minutos.

O que Felipe tira disso tudo?

É que a bicicleta mudou sua vida, deixou o sedentarismo, bebia muito, comia demais, não tinha pique nem para brincar com o seu próprio filho, ainda mais que o segundo filho estava a caminho, viu que precisava melhorar sua saúde urgentemente.

A bicicleta te muda, pois aprende-se que imprevistos acontece, pneus furam, raios estouram, tombos acontecem, o tempo pode virar, etc. Mas o ciclista nunca desiste, isso os deixam mais fortes, mais preparados par a vida de um modo geral. E fora que a disposição muda de forma radical, muda-se a percepção do que é o cansaço, é raro ter preguiça de fazer qualquer coisa que seja, enfim, bike é vida.

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