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E-moving aposta em tecnologia para ampliar aluguel de bikes elétricas

Por IstoÉ
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E-moving aposta em tecnologia para ampliar aluguel de bikes elétricas
Foto: Divulgação

Fundada em 2015,  a E-moving vem ganhando presença no mercado com o aluguel de bicicletas elétricas. A empresa, que atua em São Paulo, deve passar das atuais 500 bicicletas para cerca de 3.000 até o final de 2019. E, como parte dos planos de expansão está também a inclusão de acessórios de Internet das Coisas nas bikes. “Para o ano que vem, estudamos algumas melhorias nas bikes e entre elas estão alguns recursos de IoT, como localização. Com isso, poderemos oferecer mais serviços baseados nos hábitos de deslocamento de nossos clientes”, diz ao blog o CEO da empresa, Gabriel Arcon.

O modelo de negócio da E-moving é mais tradicional do que startups de mobilidade recentes, como a Yellow. Não há app ou GPS nas bicicletas e nem cobrança por viagem. O usuário simplesmente paga uma mensalidade e pode levar a bike elétrica para onde quiser. Entre os investidores da E-moving está Edgard Corona, fundador das redes de academias Bio Ritmo e Smartfit.

Atualmente a E-moving tem 22 funcionários, incluindo aí a equipe de montagem e manutenção das bicicletas. As bikes são montadas também em São Paulo. A autonomia é de cerca de 25 quilômetros e a bateria é removível. Assim, o usuário pode levar apenas a bateria para carregar em casa e deixar a bicicleta na garagem.

Além de aluguel para pessoas físicas, com custo a partir de R$ 219 por mês, a empresa tem também clientes corporativos. Entre eles está o banco Santander. “Eles têm dois prédios próximos e até pouco tempo o deslocamento dos funcionários era feito apenas por táxi ou van. Além do custo, havia muito tempo perdido por conta do trânsito. Agora o banco também oferece nossas bicicletas como opção”, detalha Arcon.

A empresa atua apenas em São Paulo e estuda expansão para outras capitais. A atual cobertura de ciclovias nas principais cidades do Brasil é considerada adequada por Arcon. “É claro que sempre daria pra ampliar ou melhorar, mas as atuais condições já são boas o suficiente para iniciar uma operação”, avalia.

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